ATENDIMENTO MÉDICO PRÉ-HOSPITALAR - (APH)

É nosso principal produto. A idéia central é preencher uma lacuna assistencial: o atendimento médico pré-hospitalar de emergências e urgências. Essa assistência pré-hospitalar é realizada da seguinte forma:

• Rapidamente;
• No próprio local onde o paciente está;
• Com profissionais especializados (em todos os níveis);
• Com todos os equipamentos e medicamentos necessários.

Assim, os nossos associados, além de contar com um serviço que – quando acionado – pode salvar suas vidas, contam com a tranqüilidade e a segurança que diante de uma crise súbita e grave, eles receberão o melhor atendimento que existe.

• Sem ter que chegar até um hospital para isso;
• Antes do tempo que leva para receber tratamento especializado em um hospital;
• Sem as “agressões” que os traslado intempestivos, realizados geralmente por pessoas não especializadas, ocasionam.

Esses atendimentos baseados em três situações:

1. EMERGÊNCIAS MÉDICAS:

Crises súbitas, com risco à vida. São considerados quadros clínicos de emergência os seguintes:

•Cardiovasculares: parada cardíaco-respiratória (PCR); infarto agudo do miocárdio (IAM); angina pectoris; edema agudo de pulmão; arritmias e acidente vascular cerebral (AVC);
•Respiratórios: insuficiência respiratória aguda; crise asmática;
•Neurológicos: síncope; convulsão; coma; comas metabólicos; politraumatismos graves; afogamentos; choques elétricos; intoxicações graves; anafilaxia e toda outra situação que comprometa severamente um ou mais sistemas vitais.

2. URGÊNCIAS MÉDICAS:

Quadros clínicos agudos, de início súbito, não habituais, que, embora não impliquem em risco à vida, se apresentem acompanhados de sintomas intensos e alarmantes e, geralmente, impossibilitem sua ida ao médico.

3. ORIENTAÇÃO MÉDICA TELEFÔNICA (OMT):

Utilizando protocolos internacionais, revisados e adequados a nossa realidade, solucionam-se, através de orientações médicas telefônicas, situações de caráter eletivas, tais como: informação sobre doses, contra-indicações e interações medicamentosas; sugestão de exames complementares para o diagnóstico definitivo e evidenciam-se quadros clínicos que não necessitam de intervenção médica.